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A noiva de Branco

Contam que uma jovem de nome Mercês estava enamorada do filho de um fazendeiro e encontrava-se determinada a casar. De origem muito humilde e modesta, a bela jovem teve a feliz sorte de encontrar seu futuro esposo e se apaixonarem.

Tudo estava arranjado, a data já havia sido marcada, os convites já haviam sido distribuídos e a igreja de Nossa Senhora das Mercês tinha sido escolhida por ser sua padroeira de devoção. Todos os preparativos foram organizados com cuidado e carinho pela jovem, o que a fazia muito feliz e ansiosa pelo esperado dia.

O grande dia havia chegado a grande festa foi organizada, a igreja estava repleta de convidados. Era mesmo um dia de muita felicidade não só para os noivos, mas também para todos os moradores da cidade, devido à simpatia que todos tinham pelos jovens apaixonados.

Mas, lamentavelmente, naquele dia o sonho do casal não se concretizou. O destino traçou um desfecho trágico para o jovem casal, o noivo sofreu um grave acidente, durante seu deslocamento para a igreja, vindo a falecer instantes antes do casamento.

A jovem se encheu de desgosto e tristeza, voltou até sua humilde casa e enforcou-se no centro da sala. Devido à profunda tristeza dos pais de Mercês, eles se mudaram daquela cidade, deixando a casa em total abandono.

Muitos moradores contam que, a partir daquele dia, altas horas da noite, todos os anos, no mesmo dia em que fora marcado o casamento, uma jovem de olhos profundamente negros e longa cabeleira, é vista vestida de noiva, andando triste e sem rumo pela escadaria da Igreja de Nossa Senhora das Mercês.

Dizem que é possível ouvir ao longe os soluços desta alma sofredora, esperando pela chegada seu noivo. Suas lágrimas e seu sofrimento são pela certeza de que, devido seu ato suicida, ela está condenada a vagar e jamais poderá encontrar seu amado novamente.